quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Olha, olha, olha a onda!
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Primeira depilação a gente nunca esquece
Música do Dia: Grávida (Marina Lima)
"Eu tô grávida
Grávida de um beija-flor Grávida de terra
De um liquidificador
E vou parir
Um terremoto, uma bomba, uma cor
Uma locomotiva a vapor
Um corredor
Eu tô grávida Esperando um avião
Cada vez mais grávida
Estou grávida de chão
E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Dar à luz
Eu tô grávida
De uma nota musical
De um automóvel
De uma árvore de Natal
E vou parir
Uma montanha, um cordão umbilical, um anticoncepcional
Um cartão postal
Eu tô grávida
Esperando um furacão, um fio de cabelo, uma bolha de sabão
E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Vou dar a luz!"
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Super gêmeos, ativar! Forma de uma Super Mãe!
Hoje estou menos engraçada e mais pensativa.
Pensei bastante sobre quão incerta a vida é sobre esse lance de termos filhos. Pensei em pessoas que sempre sonharam em ser mães e nunca engravidaram. Algumas adotaram seus filhos e são mães incríveis. E como é lindo e louco esse lance de amar, independente de ter gerado. Pensei em amigas que optaram por abortos. Pensei em amigas que engravidaram e perderam seus bebês, uma, duas, três e até quatro vezes. E pensei nas famílias humildes em meio às favelas que às vezes tem oito ou nove filhos, sem condições de criar direito nenhum deles. Tudo isto é muito doido. Prima que trabalha com biomédica, Bela, explicou o lance de como existe uma maior propensão do ser humano se procriar em ambientes hostis, para a própria preservação da espécie, da casta. Portanto, 12 descuidos em dias férteis pra mim podem resultar em zero gravidez e 12 descuidos em uma mulher que vive passando necessidades e em meio à violência e drogas pode resultar em 12 gravidez. É a natureza atuando em seu próprio favor. E dá-lhe Bolsa Família! O grande pensamento neste momento é sobre o “ser mãe”, que tem tantas coisas em comum e tantas diferenças ao mesmo tempo... Tem coisa que uma mãe humana faz igual a uma mãe elefanta (outro dia me emocionei muito ao ver uma mãe elefanta chorar, chorar mesmo, de sair lágrima, ao ver seu filhote quase morrendo de sede) e tem coisas que nós, seres humanos, fazemos que talvez um rato não faria com seus filhotes. E a vida segue. Cheia de mães e filhos, de lições, de aprendizados, de alegrias.
Não me sinto mãe ainda. É engraçado. Talvez 4 meses de gestação seja mesmo muito pouco por tudo que está por vir. Mas hoje já consigo olhar com olhos muito mais carinhosos e agradecidos para minha própria mãe. E a admiro cada dia mais por tudo que lutou e ainda luta por nós. Não acho que só a maternidade faz as pessoas melhores. Muitas outras coisas o fazem. Mas tenho certeza que alguém que é mãe, cresceu, espiritualmente falando.
Fico lembrando de um chefe que tive antigamente que tirava sarro de quem dizia que a sua missão de vida era a maternidade. Certa vez ele fez a atrocidade de dizer que uma missão dessas até uma cadela tem. Nunca me esqueço. Esse cara não tem a menor idéia do quão grandioso é gerar uma vida e ter o enorme prazer de lhe apresentar o mundo. Eu fecho os olhos e fico ansiosa por estas partes, que eu acho que serão as mais mágicas do ser mãe. Mostrar o vento, o mar, os bichos, as flores, os gostos, os cheiros, as sensações, o tato, os beijos... Sabe como me sinto? À espera de um grande convidado! Quando participei do Projeto 3G na empresa em que trabalho, tive uma de minhas experiências mais cosmopolitas do ponto de vista humano. Acabei por me relacionar com chinês, japonês, argentino, americano, chileno, mexicano, indiano, tinha de tudo dentro de uma sala de War Room onde varávamos madrugadas. E uma das minhas partes preferidas desta época era mostrar pra estes caras coisas simples do meu país. Era muito legal explicar sobre comidas, danças, músicas, orquídeas na praça em que passávamos, explicar o que dizia a música Faroeste Caboclo do Legião. Eu me sentia uma show woman, mostrando pra eles tudo que eu mais gostava no meu mundo. Agora, quando imagino meu filho ou filha chegando, sinto isto multiplicado por mil vezes: mostrar cada detalhe mesmo. Ele (a) virá assim, zeradinho... Cada borboleta, cada ursinho de pelúcia, cada afago, será eu, minha família e meus queridos, mostrando o mundo belo como é pra este serzinho humano tão especial. Esta, pra mim, é a parte mais mágica e que eu mais espero hoje, com apenas 4 meses de gravidez.
Quando engravidei, tinha em pequeno espaço da minha mente, que deveria estar preparada pro que der e vier. Que existia a possibilidade, porque não, de eu não conseguir levar a gravidez adiante. Como muitas amigas perderam, eu também poderia perder. E imaginava que seria duro mas que eu deveria estar pronta pra isso. Ficava brava quando minha mãe, tadinha, pra me tranquilizar, dizia que “era só acreditar em Deus que dava tudo certo”. Contestava dizendo que minhas amigas que perderam naturalmente seus bebês também acreditavam em Deus e que isto não era um castigo, mas sim um plano diferente do que gostaríamos, mas que às vezes O próprio Deus achou melhor que vivêssemos, seja pelo plano espiritual da mãe, do pai, de um próximo ou do próprio bebê que nem chegou a nascer. Mas sempre rezei mesmo assim. Pedindo que tudo fluísse bem na minha gravidez porque eu quero muito ser mãe. Chegava a argumentar com Deus que nunca tinha usado drogas, sempre cuidei da saúde de meu corpo neste sentido, que não seria justo que algo desse errado. Mas logo me compunha em humildade e pensava, não são só estas as variáveis e estarei pronta pro que der e vier.
Hoje, entrando no quarto mês, não consigo mais imaginar minha vida sem este bebê lindo e saudável em meus braços. Quero mais que dê certo agora do que eu queria há meses atrás. E quando alguém fala em maior amor do mundo, talvez ainda não sinta isso tudo, mas tenho certeza que vem crescendo.
Aquele ranso de ser grávida vai passando. À medida que os sintomas vêm melhorando. Consigo achar graça dos gases ao invés de ficar revoltada como no descolamento. Eu costumo brincar dizendo que até o dia do parto, o que acontece com as mães é algo parecido com o que acontece no filme MIB: um grande apagão. Sabe aquela cena que alguém pede para você olhar pra uma caneta e num click te faz esquecer de tudo que não convém lembrar? Acho que é assim no parto. Minha mãe falou que Nossa Senhora Aparecida passa a mão nos olhos da mãe e a faz esquecer das partes difíceis da gravidez. A mesma crença que eu, só que a minha, na versão MIB. E assim as mulheres tem coragem de ter mais de um filho. Acho que aos poucos a parte boa vai ficando tão maior que a parte não boa, que vamos tomando gosto pela coisa. Eu, mês passado, brincava que irmãozinho (a) do baby seria só se fosse adotado. Que grávida eu não ficaria mais. Hoje, na 15ª semana, já penso que se ficar tudo tão bem como agora daqui pra frente, eu aguentaria mais vezes ficar grávida.
Estou quase gostando. Só não falo que gosto porque tenho medo do que está por vir. Rs.
Mas tenho certeza que ser mãe é um presente de Deus.
Quando eu tinha 25 anos, há 8 anos atrás, achei que estava passando pela maior dor de minha vida. Eu namorava um rapaz há mais de dois anos, trabalhávamos juntos, e no fim acabei sabendo de uma sobreposição de eventos na linha do tempo: ele ficou com minha melhor amiga da época (também do trabalho) sem antes terminar comigo. Infidelidade não costuma matar ninguém. Mas deslealdade achei que mataria. Acordava em meio às madrugadas sem entender como minha amiga tinha tido coragem de fazer algo assim. Nem lembrava do namorado. Mas da amizade, foi dureza. Mesmo semi-herege que sempre fui, o desespero era tanto que eu abria a Bíblia buscando consolo. E provavelmente por isto, Deus me ouviu e em pouco tempo me acalmou. Em menos de um mês já era piada. Não apenas pra toda empresa que a gente trabalhava (fui corna em rede nacional) mas pra mim mesma. Ganhei uma camiseta do Zerbetto que tinha o emblema da Cervejas Caracu que tinha um touro no meio e os dizeres “Corno é Tu” e até fui trabalhar com ela numa sexta, desafiada por meu chefe da época, que teve que me pagar um almoço onde eu escolhesse. Acho que desde então esta passou a ser uma de minhas maiores virtudes: aprender a rir do que nos faz chorar. Óbvio que não é fácil, sempre. Mas é uma busca que faz da minha vida algo mais leve. Contei isto porque acho que perder a Aline como amiga, foi uma das minhas maiores perdas na vida. Fico feliz por ter perdoado, compreendido e seguido em frente acreditando no poder de uma amizade. Não são as exceções que devem definir as regras. Eles se casaram, meu ex namorado e minha ex melhor amiga. E um belo dia alguém em ligou pra me contar que ela tinha perdido um bebê. Não no segundo nem no terceiro mês. Mas já no parto. Eu fiquei muito triste no dia. Desejei ser sua amiga ainda pra poder ir abraça-la. Na verdade preferia nem saber. Povo fofoqueiro que me ligou sendo que nem éramos mais amigas. Mas tenho sonhado com ela vários dias. E acordo no meio da noite, e rezo. Espero nunca sentir esta dor. Mas sinto uma compaixão que não sabe no meu peito... E uma vontade de abraçar ainda mais forte hoje, grávida, todas as amigas que passaram por isso. Talvez eu nunca saiba o que é isso. Mas EU JURO que posso imaginar.
Ando devagar por que já tive pressa
E levo esse sorriso por que já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe,
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Nada sei.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.
Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Às margens do Rio Piedra, eu sentei e arrotei
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradasPensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada..."
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Roupa Nova
A curiosidade do sexo aumenta a cada dia. Mas fazer o exame de sangue para descobrir faz cada vez menos sentido. Estamos de 14 semanas e a partir da 17°, já será viável pelo ultrassom. E com os Quatrocentos Pilas dá pra comprar, por exemplo, roupa de gestante.
Ontem chegou o dia de comprar calças para grávida. Moda gestante é um troço engraçado. Caro que só uma porra! Acho que o pessoal dá uma abusada, já que não tem escapatória, e cobram uma fortuna nestas calças de palhaço com um enorme elástico no lugar dos botões e ziper. Mas ontem vim com uma normal, que mesmo sendo grande e larga pra mim, quando eu sentava, apertava o baixo ventre. Resultado: passei o dia com a calça aberta quando sentada e fechando quando levantava. Senti-me o Homer Simpson o dia todo e a atitude é no mínimo suspeita. Saímos do trabalho e fomos em uma loja na Teodoro, comprar um kit sobrevivência. Mas confesso que ser gestante e plus size simultaneamente é como jogar vídeo-game no modo Hard. Quem mandou ser gorda. Agora é isso. Por sorte consegui algumas coisas. Calcinha de grávida é a calcinha mais de vó que já vi na vida. Mas quando a gente põe... Nossa! Que sensação ma-ra-vi-lho-sa! Sai aquela sensação de "Seu Boneco" com a calcinha normal pra debaixo da pança e vem a deliciosa sensação de tudo protegido.... A sensação da calça de palhaço, com elástico na barriga também é boa. Mas o macacão... O que era aquilo? A melhor coisa que já vesti na vida! Por isso, certamente, são tão caros! Aquela coisa que deixa tudo livre, leve e solto lá dentro! Que delícia! Experimentei um roxo, meio beterraba, e o Leo me lança que eu estava parecendo o Tinky Winky, aquele Teletube roxo. Só faltava o triângulo na cabeça. Hahaha! Levei o preto. Porque Teletubes usam macacões.
Foi divertido.
Segue o jogo!
Que venham as novas experiências!
Baby, sinto que te amo quando fecho os olhos e me imagino te abraçando bem forte...
Tocando o pé no chão, alcança as estrelas
Tem poder de mover as montanhas Quando quer acontecer, derruba as barreiras..."
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Semana 13
Semana 13. E eu aqui, sem conseguir dormir. Nunca aconteceu nem em sexta-feira 13. Rs.
Depois de um feriado feliz em família com muito carinho das sobrinhas de Brasília, direito a banho de sol e muita proximidade com irmãos, cunhada Carmen e marido, sigo para a décima terceira semana. Nem acredito que já entraremos no tão sonhado quarto mês!
Intestino preguiçoso só funcionando a base de muito mamão papaya, sucos verdes e pitaya que cunhado carinhoso teve coragem de pagar R$99 o Kilo.
Os enjôos continuam.
Azia e arroto o dia in-tei-ri-nho! Como se tivesse Coca-Cola sendo injetada em minhas veias, em forma de soro.
Falando tudo que sinto, é meio versão da música do Titãs: "o pulso ainda pulsa..."
Assisti ao filme "O que esperar quando se está esperando" que mostra a gravidez de cinco mulheres e como é ÍMPAR a gravidez de cada uma delas. Aliás, eu costumo chamar de roleta russa, dado que até na mesma mulher, cada gestação pode ser diferente. Eu me identifiquei super com uma doida que arrancava o sutiã na palestra sobre maternidade. Era uma das mais românticas, que mais queria ser mãe e que foi premiada assim com uma destas gestações acompanhadas de n sintomas. Tenho encontrado MUITAS amigas que solidariamente desabafam suas verdades dizendo que também não gostaram de estarem grávidas, apesar de amarem ser mães. O que me conforta profundamente. Tive uma chefe mega mejera que sempre dava relatos horríveis sobre gestação e amamentação. E como eu achava aquilo uma aberração! Quando comecei a concluir que não estava gostoso ser grávida, comecei a ficar com medo de ser tão mejera quanto ela. Mas ver minhas amigas mais doces compartilhando deste sentimento, me conforta. E agora faltam apenas pouco mais de seis meses. Tempo curto. Mal dá pra entregar um Projeto grande no trabalho. Vai passar voando, se Deus quiser.
Mas uma coisa é fato: a gente sempre espera um pouco de tato e compreensão das pessoas. Aquele sentimento de "foda-se o que o outro está pensando" me abandonou. Morro de medo de ser julgada como fresca por reclamar tanto. Fico chateada quando demonstram que parece ser drama. Poderia jurar que não é. Por exemplo, acordei às quatro da manhã pra fazer xixi. Agora acordo duas vezes durante a noite para isso. Mas não consegui dormir de novo por sentir muito enjôo. Só não reclamo mais porque não vomito. Gordo não vomita. É axioma. Acho que a gente não cogita desperdiçar comida. Mas eu só não vomito. O enjôo é florida e acompanha dor de cabeça. Antes que perguntem sempre meço a pressão. Que sempre bate 10 por 6 cravado. Tipo sintomas de intoxicação alimentar é o que sinto. O dia todo. São cinco da manhã e decidi blogar pra distrair (passarinho do nenê tá lá cantarolando na janela, mais pontual que um galo). Porque virar pra lá e pra cá também não rola. Só consigo dormir de lado agora e virada sobre meu lado direito, embora os livros aconselhem a dormir sobre o lado esquerdo por conta de uma tal veia XPTO que passa de um lado e pode dar maior conforto. Se eu tento obedecer, sinto um incômodo imenso.
Mas enfim, vamos falar de coisa boa. Vamos falar de TecPix.
Até agora, o único verdadeiro desejo foi mostarda. Que eu nem curtia antes de estar grávida. E leite. Que nos últimos anos deixei de tomar como antes por desenvolver resistência à lactose. Que aparentemente sumiu por agora. Ah! E antes eu esperava o ano inteeeeiro pela noite de Reveillon na minha sogra regado ao melhor bacalhau ever, que só minha cunhada Tata sabe fazer tão perfeitamente. Este ano, senti o maior enjôo do mundo com o cheiro e passei a noite de jantar da virada comendo lá pra dentro, só eu e meu sobrinho Leonardo por solidariedade, me escondendo pelos cantos por conta do cheiro e comi arroz com alface. O bebê é, constadamente, um fanfarrão e está me zoando. Onde já se viu tirar uma de minhas comidas preferidas de meu portifólio?
Mas ainda assim, "eu sei que vou te amar... por toda minha vida eu vou te amar."
E como prova deste amor, que já nasce incondicional, a música do dia não será O Pulso ainda Pulsa do Titãs. Não. Será esta:
Música do Dia: Eu sei que vou te amar (Tom Jobim)
"Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida...
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida!...."




